A CÂMARA DE MACAU, MAIS POBRE.

Numa época onde politicos preparados  estão em franco processo de extinção é ruim para uma cidade como macau, perder vereadores como HAROLDO MARTINS e UBIRATAN BEZERRA, os dois perderam seus mandatos e com isso perde também a cidade, pois tanto um como o outro podem e muito contribuir para com o desenvolvimento de macau.

A propósito: apesar de capazes, tanto UBIRATAN como HAROLDO, ficaram de fora da próxima legislatura, por não compreenderem que não se sustenta um mandato hoje em dia se não se tiver uma boa assessoria com visão política, e um contato permanente com a base que o elegeu, mas um bom político não aprende só nas vitórias, as derrotas nos trazem grandes lições.

Desejo sorte aos dois e que não desistam da luta e não saiam na caça as "bruxas", pois isso não leva a nada.

TENHO DITO!

 

COM A BELEZA, COM OS AMIGOS, COM A COMPETÊNCIA E A CORAGEM!

Não é mole não!

A Vereadora reeleita ODETE LOPES (A ROSA), lutou e venceu uma guerra que para muitos estava fadada ao fracasso, ela que inciou sua carreira politica, pelas mãos do ex-prefeito TATÁ (in-memorian), vem acumulando vitórias a cada eleição.

Dessa vez muitos duvidavam da sua eleição por dizer que ela precisaria comprar votos e não tinha dinheiro para isso. pois bem, A ROSA, foi as ruas com sua beleza, seus amigos, com competência e a coragem que sempre teve. e o resultado foi o direito de ser a voz da oposição na Câmara Municipal nos próximos 4 anos.

Desejamos boa sorte pra ROSA DE MACAU, e esperamos que ela repense alguns erros cometidos durante a caminhada e valorize mais seus verdadeiros amigos evitando assim o risco de jogar fora um projeto político que tem a cara de macau. 

A propósito: não existe nenhuma razão que justifique políticos eleitos residir fora do seu domicílio eleitoral.

 

O QUE AS URNAS FALARAM?

É Verdade que as urnas falaram, mas o que falaram as urnas? infelizmente nem sempre o que falam as urnas, é o que de fato representa a vontade de um povo, uma coisa é o povo ir as urnas e ser soberana na sua vontade votando livremente no candidato que no seu entender, representa o melhor, a melhor proposta para a cidade, outra coisa é o direito a cidadania plena ser roubado e o eleitor se ver obrigado, a abortar sua vontade, esquecer o melhor e votar naquele ou naqueles que por motivos escusos e as vezes até ediondos dominam no sentido perjorativo da palavra, a vontade do povo, os obrigando a contribuir com o pior.

por isso digo nem sempre o que as urnas falam é o que de fato representa a vontade do povo, vivemos um sistema de governo viciado onde se permite, que governantes, ainda no poder possam ser candidatos a reeleição, usando toda a maquina para inibir o adversário e corromper a consciencia do eleitor.

Coisas nessa eleição me deixaram estarrecido, a irresponsabilidade de lideres do porte de uma governadora (Wilma Maia), de um presidente do congresso nacional (Garibaldi Filho) ou de nomes como Henrique Alves, Robinson Farias, Rosalba Ciarline e outros de visitarem macau para defender algo tão escândaloso, apenas pensando nos interesses eleitoreiros que de nada servem para a cidade e para o seu povo.

É, como diria Zé Ramalho, Ô VIDA DE GADO, POVO MARCADO, POVO INFELIZ.

Ainda voltaremos a tocar no assunto.

Do acordão de 5 milhões de motivos me recuso a falar, ainda estamos perplexo:

 

 

DEPOIS DE UMA IMENSA TEMPORADA FORA DO AR, FINALMENTE ESTAMOS DE VOLTA. AQUI PEDIMOS  DESCULPAS AOS NOSSOS LEITORES, QUE NÃO NOS ABANDORAM. E TENTAREMOS NÃO MAIS NOS AUSENTAR POR TANTO TEMPO, É QUE NÃO TEMOS O JORNALISMO COMO PROFISSÃO E TEMOS QUE CORRER ATRÁS DO LEITE DOS MENINOS, O QUE RESUME BASTANTE NOSSO TEMPO NA NET, APENAS DISPONIBILIZAMOS ESSE ESPAÇO, PARA AQUELES QUE NÃO TEM VOZ, POR ISSO SOMOS CONHECIDOS COMO A VOZ DA NET.

OBRIGADO: ABRAÇOS.

Tô nem aí
Presidente da Casa e outros dois senadores deixam 31 faltas sem justificativa, apesar das facilidades de se explicar a ausência à Mesa Diretora


Plenário do Senado vazio, há oito dias.
Parlamentares elevaram um pouco o nível de faltas de 2007

SofiA Fernandes

 Nos seis primeiros meses de 2008, nenhuma votação no Senado conseguiu reunir todos os 81 senadores. E apesar da facilidade com que a Casa costuma agir na aprovação de licenças, 60 senadores deixaram de justificar 179 faltas nesse primeiro semestre. No topo dos que não se deram ao trabalho de abonar suas faltas, estão três senadores, incluindo o presidente da Casa, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). Os três faltaram 31 vezes sem motivo. É o que revela levantamento exclusivo do Congresso em Foco.

O presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), não justificou 13 faltas. Foi o senador que deixou mais ausências sem licença, seguido de Francisco Dornelles (PP–RJ) e Garibaldi Alves Filho (PMDB–RN). Os dois deixaram, cada um, nove faltas sem justificativa.

O site também constatou que outros cinco senadores faltaram mais que o percentual permitido (33%), mas conseguiram justificativas para abonar a maioria das faltas, todas aprovadas sem dificuldades pela Mesa Diretora do Senado. E entre os dez mais faltosos, outras 23 faltas também ficaram sem explicação.

OS SENADORES MAIS FALTOSOS
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TABELAS COMPLETAS
Mais faltososMais faltosos injustificadamente
Bancadas estaduais mais faltosas

O gabinete de Leomar Quintanilha disse que o senador não tem o hábito de justificar suas faltas, embora todas tenham um motivo razoável. Os auxiliares do parlamentarr garantiram que, quando ele não está no plenário, comparece a algum compromisso político em Tocantins, sua base eleitoral, ou está envolvido em um motivo pessoal muito forte, como o falecimento da mãe.

A assessoria de imprensa do senador Francisco Dornelles informou que o parlamentar não justifica todas as faltas porque muitas vezes ele está em seu estado exercendo alguma atividade pessoal, para a qual não cabe licença.

O gabinete do senador Garibaldi Alves Filho afirma que, por ser presidente do Senado, sua agenda é acompanhada de perto pela Mesa Diretora. Por isso, não precisa justificar suas faltas, a maioria delas motivadas pelos compromissos oficiais que o seu cargo demanda.

Sem transparência

Neste levantamento exclusivo do Congresso em Foco, foram analisadas todas as listas de presença das sessões deliberativas publicadas pelo Diário do Senado, de 12 de fevereiro a 19 de junho. Também foram analisados todos os pedidos de licença requeridos pelos senadores, mês a mês, de fevereiro a junho, registrados nas resenhas mensais das sessões deliberativas. É a segunda vez que o site faz um levantamento como esse. A primeira foi em dezembro de 2007.

A página do Senado na internet não fornece esses dois dados organizados, o que exigiu um trabalho exaustivo para verificar quais faltas foram justificadas, por quais motivos e em que períodos houve o maior fluxo de pedidos.

Ao contrário da Câmara, que publica os dados sobre a assiduidade na página de cada um dos deputados, o Senado não dá transparência a essas informações.

A Constituição Federal determina que o senador deve comparecer a, no mínimo, dois terços das sessões ordinárias. A exceçãosão as licenças, que podem ser justificadas por motivo de saúde, interesse particular ou missão política. No primeiro semestre de 2008, os senadores aproveitaram as licenças 582 vezes: 424 por missão política, 96 por licença médica e 63 dias por interesse particular.

Festa das licenças nos feriados
 
Uma característica marca o fluxo desses requerimentos de justificativas. Nas vésperas de feriado, durante o período analisado, o número de pedidos de licença aumenta espantosamente. O exemplo mais destacado é o da véspera da Páscoa. Em 19 de março, a quarta-feira que antecedeu o feriado católico, foram 30 pedidos: cinco licenças médicas, seis de interesse particular e 19 para missão política. Na quarta-feira anterior, 12 de março, apenas seis licenças foram requeridas.

Em 21 de maio, quarta-feira, véspera do feriado de Corpus Christi, os senadores fizeram 25 pedidos de licença à Mesa Diretora do Senado: duas por motivo de saúde, três por interesse particular e 20 por missão política. Na quarta-feira anterior, 14 de maio, foram cinco os pedidos de licença.

No dia dos namorados, outro pico. Foram 26 pedidos acatados pela Mesa Diretora do Senado, entre eles 24 por missão política. Na quinta-feira anterior, 5 de junho, os senadores fizeram 13 pedidos de licença.

Sem burocracia

Apesar de o regimento interno do Senado determinar que pedidos de licença devem ser prévios, vários requerimentos são feitos posteriormente, inclusive por interesse pessoal.  “Eventualmente pode acontecer de o senador não poder apresentar antes o pedido; não significa que ele não estava de licença”, diz Cláudia Lyra, secretária geral da Mesa do Senado.

A justificativa de ausência deve ser escrita em papel e entregue à Mesa com antecedência, exceto em ocasiões não previsíveis, como em alguns casos de doença. Toda licença médica deve conter um laudo de inspeção de saúde. A licença para tratar de interesses particulares não pode ultrapassar 120 sessões legislativas e os dias de afastamento não podem ser remunerados.

Mas, segundo Cláudia Lyra, é necessário bem menos burocracia para se obter uma licença. O pedido do parlamentar se limita a um papel com a justificativa por escrito. O senador só precisa comprovar os motivos da licença quando a sua ausência implica ônus para o Senado, como em caso de viagem oficial.

Quando a licença é por interesse particular, ou missão político-cultural sem financiamento direto da Casa, ou até mesmo licença médica, não é exigido do senador que prove com documentos os motivos da sua retirada. Sua palavra basta. “O senador só precisa mencionar o fundamento. Não tem que comprovar”, explica Cláudia Lyra.

Mais de 17% de ausências

Os parlamentares marcaram 765 ausências para 3.605 marcações de presença no primeiro semestre de 2008. Esses números significam que houve 17,5% de ausência durante o período analisado. A Mesa Diretora do Senado recebeu e aprovou sem votação 296 pedidos de licença, o que mostra uma postura permissiva da Casa para abonar essas faltas.

Os números aumentam a média do último levantamento feito pelo site, quando se apurou 16,05% de ausência no ano de 2007. Houve 1.545 faltas e 8.081 anotações de presença em 119 sessões. Durante todo o ano legislativo de 2007, apenas duas sessões deliberativas conseguiram reunir todos os 81 senadores. Foram as que livraram da cassação o agora ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

O número máximo de senadores em uma sessão com votação nos primeiros seis meses de 2008 foi de 77. Em 19 de março, quarta-feira, véspera de Páscoa, o Senado registrou a lista mais curta de presença: apenas 43 senadores participaram da sessão deliberativa do dia. Enquanto isso, mais da metade dos faltosos justificou a ausência por motivo de missão política e licença médica.

Senadores mais ausentes

O senador João Durval (PDT–BA) esteve por dois meses sob licença médica. Como todo parlamentar só tem direito a suplente quando licenciado por mais de 120 dias e nos casos de morte, renúncia ou cassação, a bancada da Bahia foi a mais desfalcada no primeiro semestre de 2008. Durval foi o mais ausente. Faltou a 28 das 54 sessões, um total de 51,8%. Lista completa dos mais faltosos.
  
O senador Lobão Filho (DEM–MA) herdou do pai o cargo, mas não o hábito. Edison Lobão, substituído pelo filho suplente em 31 de janeiro deste ano, quando assumiu o Ministério das Minas e Energia, foi um dos senadores mais assíduos em 2007, segundo levantamento anterior do Congresso em Foco.

Lobão Filho compartilha com o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) o segundo lugar na lista dos menos assíduos. Os dois estiveram ausentes a 21 sessões deliberativas, 38,9% de falta.

Lobão Filho justificou 19 faltas com licença médica, missão política e oito delas por interesse particular. Deixou outras duas faltas sem nenhuma justificativa. Segundo sua assessoria de imprensa, o senador teve problema na coluna e precisou ser deslocado para São Paulo, o que o afastou do plenário do final de fevereiro ao início de março.

Mozarildo Cavalcanti justifica que a baixa freqüência ao Senado se deve a compromissos político-partidários e a licenças médicas. Em abril, ele diz ter acompanhado oficialmente a operação da Polícia Federal Upatakon III, para a retirada de não-índios e produtores de arroz na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, o que consumiu sua presença em seis sessões deliberativas. Apesar das licenças e do compromisso em Roraima, o senador do PTB deixou ainda uma ausência sem justificativa.

“Outras funções legislativas”

Logo atrás, no "pódio" dos mais faltosos, está a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE). Faltou a 20 das 54 sessões deliberativas, 37% de faltas, todas justificadas por motivos de saúde e missão política.

A senadora justifica sua ausência e ao mesmo tempo critica o Senado por estar quase sempre trancado por medidas provisórias, o que impede o curso do trabalho do Legislativo. "Eu estava presente a todas as votações de maior importância e não deixei de comparecer a nenhuma sessão em que se tomassem decisões de relevância. Em momento algum deixei de atender minha responsabilidade e minhas prerrogativas”, diz Saboya.

Rosalba Ciarlini (DEM/RN) faltou a 19 sessões no primeiro semestre. Todas as faltas são justificadas, entre elas dez por interesse pessoal. O restante, por motivo de missão política.

A senadora explica que faltou a cinco sessões para acompanhar o nascimento da neta, na Alemanha, de 11 de março a 21 de abril, e esteve representando o Senado em viagem oficial à Antártida. “Não são faltas, são ausências justificadas pela Mesa do Senado.” A senadora defende que a atividade do parlamentar não se limita ao plenário. “Muitos estão ausentes em função de outras atividades legislativas”, diz a senadora.

Entre os dez mais faltosos, estão também o Marcelo Crivella (PRB-RJ), com 18 faltas, duas delas não justificadas, Fátima Cleide (PT-RO), com 18 faltas, quatro sem justificativa, Renan Calheiros, 17 faltas, cinco sem justificativa, José Sarney (PMDB-AP), 17 faltas, seis sem justificativa, João Tenório (PSDB-AL), 17 faltas, quatro sem justificativa.

BANCADAS ESTADUAIS MAIS FALTOSAS
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A Bahia é o estado mais ausente nas sessões deliberativas do Senado. No primeiro semestre de 2008, compareceu a 72,2% das sessões. Um ponto desfavorável à assiduidade do estado foi a licença médica do senador João Durval, do PDT, que esteve dois meses afastado por conta de uma labirintite.

Na série dos estados menos assíduos, o Rio de Janeiro está em segundo lugar, com 73,6% de presença. O senador Marcelo Crivella, o mais ausente da bancada carioca, faltou a 18 das 54 sessões deliberativas, ou seja, a um terço das votações do primeiro semestre. Ele pediu e conseguiu licença para 16 faltas, 13 por estar em missão política e três por interesse pessoal.

Apesar de viverem perto do Congresso Nacional, os senadores do Distrito Federal não conseguiram colocar a bancada no primeiro lugar da lista das mais assíduas no primeiro semestre de 2008. Ficou em sétimo lugar, com 87% de presença. Os senadores do distante Rio Grande do Sul, com 93,2% de presença, e do Paraná, com 92,6%, foram os mais assíduos. Lista da assiduidade por estado.

Mais assíduos

Gim Argello (PTB-DF) foi o senador mais assíduo no primeiro semestre de 2008. Trabalhar em Brasília, sua base eleitoral, o favoreceu nesse sentido. “Não sofro com compromisso em outros estados, com atrasos de avião”, comenta o senador, que emenda: “Encontrar todo mundo disponível é muito difícil. Tudo bem, é apenas terça, quarta e quinta, mas há vários compromissos além do plenário”.

Fernando Collor, o senador mais ausente em 2007, segundo pesquisa anterior do Congresso em Foco, ficou entre os 30 senadores mais assíduos. Faltou a sete sessões deliberativas no primeiro semestre de 2008, todas justificadas por missão política.

PARTIDOS MENOS ASSÍDUOS

ESSE É O PAÍS QUE VAI PRA FRENTE!

Segundo dizem está foi a mensagem enviada pelo advogado querido de todos , Marcos Oliveira. via celular.

“ Eduardo, é lamentável constatar com muita indignação, mas cai a última máscara do que pensava que poderia haver, seriedade e ética nos Tetéus”.

FORÇA ESTRANHA?

As coisas pras bandas de macau, continuam cada vez mais estranhas, mesmo o PT e  PC DO B, lançando candidaturas a prefeita e vice-prefeita, os lideres desses partidos, ou alguns, tanto durante a convenção como após, não fazem outra coisa, há não ser defender o engodo de FLÁVIO e eduardo,  esquecendo de suas candidatas e se comportando como porta-vozes do diabo, já se comenta na cidade que a chapa PT, PC DO B, é mais uma das asturcias de FLÁVIO pra impedir que os 40 que ficaram orfãos, voem para o ninho dos tucanos.

Será que o professor BENITO vai embarcar Nessa? 

MAS NÃO VAMOS PERDER O FOCO. O QUE O POVO QUER MESMO SABER E ENTENDER É QUE ENGODO É ESSE DO FLÁVIO COM O eduardo (O DOURADO).

QUER DIZER QUE ERA TUDO MENTIRA??????????????????????????????

POR FALAR EM JOQUINHA DA CAERN, CONTINUO TENDO O AMIGO COMO UMA DAS PESSOAS MAIS BEM INTENCIONADAS E CORRETAS DA MINHA QUERIDA MACAU, AS VEZES USADOS POR SER DE TÃO BOA FÉ.

QUE DANADO FOI CONTADO PRO BLOGUEIRO FC° GOMES E PRO JOQUINHA DA CAERN, QUE DEIXOU OS DOIS FÃS DE FLÁVIO VERÁS DESDE CRIANCINHA?

FC° GOMES EU NÃO O CONHEÇO BEM, MAS JOQUINHA, SEMPRE TEVE COMO FORTE A BOA INDOLE E O CARATER, NÃO SE RENDERIA TÃO FÁCIL. COM A PALAVRA OS DOIS.

Soube que o nome do engodo de FLÁVIO com eduardo (O DOURADO) será, macau da gente, DA GENTE QUEM?

 

ÊITA, MACAU, VELHA DE GUERRA, ATÉ QUANDO SERÁS VENDIDA!

UFA! UFA!

Até que enfim, acabou-se as pendengas, os nomes estão postos, os acordos e conchavos feitos e o povo que engula "ê vida de gado, povo marcado ê".

As convenções partidárias realizadas nos quatro cantos do Rio Grande do Norte provam por a + b, o que todos já sabiam, os políticos estão cada vez mais cínicos, e o povo cada vez mais escravizados.

Ao longo da semana, vamos tentar resistrar alguns casos, ILÁRIOS, CINISTROS, ESCANDALOSOS ETC...ETC...,  entre eles nenhum foi mais explicito do que o da minha querida MACAU, Dizem por aí que em política, só não se viu até hoje, boi voar, mas desde já eu lhes digo que "se o prefeito FLÁVIO VERAS disser que voa aí eu acredito". Como se não bastasse toda a pendenga na justiça vivida nos últimos três, quatro anos onde eduardo O (DOURADO) TETÉU LEMOS, Cobrava o mandato que segundo ele e os 40, lhe pertência mas FLÁVIO (MAGAIVER) VÉRAS havia ROUBADO, (O DOURADO DISSE ISSO CENTENAS DE VEZES), Agora o FLÁVIO (MAGAIVER) VÉRAS tira da cartóla, mais uma peróla sinistra, que faz com que o DOURADO engula tudo que arrotou, e diga, se tiver coragem de voltar a macau, que tudo foi engano, foi alucinação, ele nunca ganhou nadica de nada, e FLÁVIO O MAGAIVER, sempre foi o grande vencedor nas vezes em que os dois concorreram como ferrenhos adversários a prefeitura de macau. se um dia eduardo (O DOURADO), que injustamente não quer ser TETÉU, voltar a macau coisa que ele nunca gostou de fazer, reuna os 40, e diga pra eles que todas as vezes em que ele promoveu na cidade insegurança, colocando em guerra os seus eleitores, contra os eleitores de FLÁVIO (O MAGAIVER), dizendo que precisava assumir a prefeitura que um IMPOSTOR FORASTEIRO, lhe tinha tirado, era tudo só uma brincadeirinha de um menino, (DOURADO), mas mimado, que queria ver o circo pegar fogo. digo: macau pegar fogo.

ARRE ÉGUA!

POBRES 40, POBRES 15,

POBRE MACAU!

É UM PASSARO, É UM AVIÃO, NÃO É O SUPER FLÁVIO (MAGAIVER) VÉRAS, DIZENDO PRA O eduardo, (DOURADO) TETÉU LEMOS, ficar em Natal, POIS A PROMATE É BEM MELHOR.

 

MAGNIFICA AULA DO MAGNIFICO REITOR:

HÀ SE O POVO APRENDESSE.

Partidos e políticos
Nos anos de 40/50, as pessoas que constituíam famílias, em termos políticos, agrupavam-se em torno de um partido. Aquelas que votassem no PDS ou na UDN mantinham-se fiéis ao partido por eleições e eleições seguidas. O grupo familiar de um partido jamais mudaria para outra agremiação, a não ser por razões bem justificadas. A fidelidade política tinha o peso da fidelidade moral. Os avós passavam para os filhos suas preferências partidárias, que eram retransmitidas aos netos, estes aos bisnetos e assim sucessivamente.

Distintivos e cores
Entre os anos 60 e 80 houve uma mudança na lógica geral. Surgiram as campanhas partidárias radicais identificadas por bandeiras e cores orientadas por comissões, movidas por músicas, slogans e marketing. Em cada residência, bem no topo, tremulava um corte de tecido de cor vermelha, verde ou azul exaltando a preferência do cada candidato. O fato é que o novo estilo não ficou restrito ao lado de fora das residências, ele penetrou no interior do lar, invadiu o âmago de cada membro da família, passou a conviver com o íntimo das pessoas e conseqüentemente estraçalhou a anterior tradição. Os partidos passaram a ser os candidatos. Casais, filhos, irmãos, residindo em um mesmo teto, começaram a manifestar vontades diferentes e a votar independentemente uns dos outros, o que não era observado antes.

Respeito ao nome
O hábito de votar em parentes continuou por algum tempo. Aqueles que tivessem o mesmo sobrenome, quando alguém da família fosse candidato, votariam nele sem questionar. Esse procedimento também não conseguiu resistir muito tempo.
A fidelidade familiar, ou seja, aquela contando com o apoio de todos os parentes, em torno de um candidato da família, já não existe tanto. O pior é que o percurso da história tem mostrado que foram os próprios líderes que aboliram o sentimento e o estilo em detrimento do benefício e interesse pessoal. Passaram a ser, com seus péssimos exemplos, os próprios protagonistas desse processo. Em Mossoró, por exemplo, Dix-huit se separou de Vingt, sabe-se por impulso de Mário Rosado, mas interpretado como inteligência de Dix-huit. A princípio um erro. Como não teve como alterar, terminou dando certo. Hoje a família se divide quando precisa e se une quando necessário. O povo fica à margem do processo, não se aprofunda, não quer entender, alguns mais arejados olham onde podem se beneficiar individualmente e enquanto isso a carruagem passa enquanto os cães ladram ao lado da estrada.

última versão
A versão mais atual é de que a candidatura Larissa é um projeto Sandra\Carlos Augusto. Tudo legal, nada a impugnar. Pode até ser apenas uma estratégia do Carlos visando colocar uma leve cunha no crescimento Fafá ou no bom desempenho político família Dix-neuf\Leonardo, pois quanto a isso, nem Sandra, nem Carlos nunca quiseram um terceiro de sangue nesse processo de domínio na cidade de Mossoró. Preferem ficar apenas os dois, pois Carlos já sabe onde reside a fragilidade política de Sandra e Sandra já conhece as limitações do Carlos. O PR justifica que entende do processo e não irá entrar no baile. Argumenta que gato escaldado tem medo de água fria. A história vem revelando que desde o tempo de Diram Amaral, com seu filho Frederico, chegando a investir pesado na instalação da FM Resistência, hoje 93, pensando no futuro projeto político do filho, mesmo sem ameaçar a cadeira de deputação federal que Vingt, Laíre, Sandra mantêm há mais de 50 anos, se contentaria em apenas manter a cadeira de deputado estadual, mesmo assim teve por pressão que assistir ao início da derrocada do seu filho na política, inclusive a tomada da emissora, um dos motivos profundo do seu desgosto e fim.

E A AULA CONTINUA:

Projeto-mor
Bom, o importante é que tudo vai dando certo, tudo está absolutamente legal, faz parte do jogo político e irá dar sempre certo. O povo, digo a grande massa, não entende profundamente do processo, mas assiste o modelo e vai na onda da maré. Sinais dos tempos, quem diria, até o antigo PT que parecia bom em política está cedendo aos ruídos agradáveis do rasgar sedas. Atualmente, vença quem vencer o projeto-mor não será alterado. O PR da Mossoró, já sabendo que não terá vez para eleger, na próxima rodada, em coligação, um deputado estadual, pois seu lugar já está ocupado, prefere se sacrificar logo na presente campanha a prefeito. Sabe o partido que a parada é dura, mas vale a pena, pois em política nada é dado e sim, tomado.

Filhos e filhas sempre vocacionados
Aluízio Alves, quando cassado, por uma situação emergencial, de repente, teve que lançar Henrique seu filho como deputado federal. Acidental ou não, a verdade é que fez escola. Logo a seguir Dinarte Mariz introduziu o filho Wanderley, Djalma Marinho o filho Márcio, Dix-huit o Mário. Geraldo Melo elegeu a esposa, Laíre e Sandra elegeram Larissa, agora querem também Lairinho. Agnelo, o filho Carlos Eduardo. Wilma Faria a filha Márcia. Agripino Maia exercitou sua esposa na campanha passada, não deu certo, colocou Felipe, foi eleito, ficará para sempre. Rosalba indica Ruth, sua irmã; Robson Faria, presidente da Assembléia, elege o filho deputado federal. Garibaldi elege o filho deputado estadual. Genética, coincidência? Não, está havendo é falta de vergonha. O indivíduo confundir o voto dado a ele e querer a todo custo que façam o mesmo com seu filho, muito capaz, com vocação para política, muito amado.

Salários e democracia
Talvez esteja chegando o tempo de se perguntar se essa prática não é prejudicial à democracia. No Executivo já começa a haver uma certa disciplina no repasse de representação entre esposos, filhos, familiares diretos. O Legislativo está à vontade. Para um candidato comum é muito desigual competir com um filho de um senador, de um deputado federal, de um prefeito. É uma verdadeira covardia. O filho, muitas vezes, nem precisa aparecer, pois já conta com bastante recurso econômico, orientação de marketing, rede de comunicação, a bem aventurança. País complicado esse em que habitamos, pois quanto mais melhora o salário dos deputados, mais os próprios deputados querem colocar seus filhos, e o salário dos deputados e senadores são estipulados por eles próprios. Imagine quanto essa pipa ainda irá subir. Pobre, país.

MILTON MARQUES

Magnifico Reitor

 

Francisco José apóia Larissa e mulher ganha cargo no estado


Tá pago

O ex-deputado Francisco José e o vereador Silveira Júnior (PMN) confirmaram apoio à candidatura da deputada Larissa Rosado (PSB). Ontem, o Diário Oficial do Estado publicou a nomeação de Maria Lúcia Bessa da Silveira, mulher do irmãozinho e mãe de Júnior, para a direção do Hospital Rafael Fernandes. A unidade de saúde perdeu a competência, Virginia Rose Carneiro, exonerada do cargo de diretora.
 
jornalista César Santos.
 
Comentário do Blog: Até quando as coisas vão funcionar dessa maneira?
Os cargos públicos são leiloados e os POLITICOS  sem VERGONHA nenhuma, mudam de posição como se muda de camisa, barganhando, cargos e cargos vendendo o povo como se vende gado.
Cadê a seriedade da governadora e  do PSB.
 COM A PALAVRA QUEM ME PUDER RESPONDER.
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